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imagem de café coado

Café coado: saiba mais sobre essa tradição brasileira

O café coado é o queridinho no Brasil quando se fala em apreciar um bom cafezinho. Isso porque o método alia a praticidade e a experiência única de degustar a bebida com as notas sensoriais, a acidez e a doçura do fruto do café.

Esse tipo de preparo é uma das formas mais simples de fazer o famoso cafezinho. Basicamente, o processo envolve a extração do pó por meio do filtro em que é colocado. Assim, surge um sabor mais suave, bem como a limpeza de todas as impurezas que possam interferir no sabor da bebida.

Por isso, a Coffee ++ preparou mais informações para você fazer o café coado perfeito, que transmite suavidade e um sabor equilibrado a cada gole. Confira nossas dicas no conteúdo a seguir!

Café coado: conheça mais sobre essa forma de preparo

O nome do método no Brasil faz analogia ao preparo da bebida com o coador de pano, muito usado na maioria das casas brasileiras. Pelo mundo afora, essa forma de fazer o café recebe nomes diferentes, como é o caso de Portugal, que nomeia a prática como “café de saco”. Curioso, não é?

Durante a quarta onda de consumo do café, o uso do coador de pano ganhou o gosto dos amantes dos cafés superespeciais. Isso porque, muitas vezes, o preparo remete à infância de quem toma e é uma forma simples e prática de experimentar novos sabores da bebida.

Descubra uma variação do café coado

imagem de café sendo coado

Com as inovações no universo do café, atualmente, é possível encontrar opções que vão além do café coado na hora. Alguns tipos são as soluções geladas, quentes e até acompanhadas de cremes, que estão cada vez mais presentes nos cardápios das cafeterias.

Além disso, o resultado do café na xícara pode mudar de acordo com vários fatores, como a extração, o tipo e até a forma de conservação dos grãos. Por isso, logo abaixo, você confere algumas variações desse tipo de café.

Café Cold Brew

Diferentemente do tradicional café coado brasileiro, o cold brew é filtrado a partir da infusão em água gelada. Antigamente, a receita era feita por navegantes que sempre tomavam café quando desbravavam novas terras.

A forma de preparo é considerada simples e depende apenas da preparação de uma boa trouxinha de pano para a infusão. Para fazer, basta colocar o café em uma trouxinha feita com o filtro de papel e levá-la à infusão em água gelada.

O resultado desse passo a passo é surpreendente! A bebida pode tanto ser consumida pura quanto servir como base para um drinque, por exemplo. Neste caso, a indicação da Coffee ++ é o rum, que combina muito bem com as notas sensoriais do fruto.

Café no coador de pano ou papel?

Essa é uma dúvida da maioria dos cafequizados, e a resposta é simples: depende do que você gosta no seu paladar! Afinal, o melhor jeito de apreciar o bom cafezinho é aquele em que você sente todos os aspectos dele de uma forma única, não é mesmo?

Por isso, o ideal é experimentar as duas formas de preparo e encontrar a que mais agrada ao seu paladar. No caso do café preparado no coador de papel, a praticidade é o principal benefício. No entanto, como o papel tem gosto, o ideal é que você o escalde antes de colocar o café.

Porém, essa dica também vale para o café no coador de pano, viu? Isso é muito importante para o controle de bactérias e microrganismos que podem se proliferar no tecido do coador. Caso você não abra mão do coador de pano, não se esqueça de trocá-lo a cada seis meses.

Como fazer o café coado tradicional?

Agora que você já sabe algumas formas de preparar essa delícia, vamos ver como fazer o café coado? O primeiro passo é a dica já citada: de pano ou de papel, é muito importante escaldar o filtro escolhido para o preparo.

Em seguida, considere sempre a quantidade de 10 g de café (1 colher cheia de sopa) para 100 ml de água. Porém, vale lembrar que essa proporção é a que gostamos por aqui. Se a quantidade for maior, siga essa proporção ou a que você preferir.

Conheça os cafés superespeciais da Coffee ++

Para fazer um café coado extraordinário, a Coffee ++ recomenda o Café Chapada de Minas produzido pelo Ricardo Tavares na Fazenda Primavera, considerada a terceira mais sustentável do país. Isso porque ele tem notas que lembram frutas secas e castanhas, com uma intensidade moderada.